Dançarina de funk passa mal e morre após cirurgia plástica
Caso aconteceu em clínica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro
Reprodução/Rede Record
A polícia já fez perícia no local e aguarda um laudo do IML (Instituto Médico Legal) para determinar a causa da morte.
O médico responsável pelo procedimento afirmou que alugou uma sala para fazer a cirurgia e que o local dispõe de todos os aparelhos necessários para atendimento de emergência.
Segundo Lilian Araújo, amiga da dançarina, a jovem não tinha problemas de saúde.
— Ela exibia boa forma, malhava todos os dias.
A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) informou que não é necessário CTI (Centro de Tratamento Intensivo) para realização de operações plásticas.
Os médicos e os funcionários envolvidos no procedimento prestarão depoimento na semana.
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