Evite o desperdício. Tudo entra nessa conta: luz,
água, banda larga, gastos com telefone, pacotes de TV, consumo inútil em
shoppings. O professor Rocha diz que há pessoas que se iludem com uma
falsa qualidade de vida, gastando mais do que podem. No fim, não sabem
onde perderam tanto dinheiro.
Toda a família deve participar.
Feito o orçamento e decidido onde será implementada a economia, não
adianta só o pai apertar os cintos e os filhos continuarem no mesmo
ritmo de gasto. Ou os filhos sustentarem os pais que não se esforçam por
ajudar. Toda a família deve se readequar aos novos padrões de consumo
para que a poupança aconteça.
Fuja da falsa qualidade de vida.
Dê preferência a gastos que lhe tragam alguma qualidade de vida hoje e
no futuro. Nem sempre comprar é sinal de qualidade de vida. Exemplos:
trocar o carro toda hora para manter o status social ou consumir sem ter
dinheiro e se endividar no cheque especial são estratégias equivocadas.
Resista à tentação e siga rumo ao objetivo.
A pessoa economiza e junta um bom dinheiro. Quando se dá conta do
montante, porém, não resiste e sai comprando carro, fazendo uma viagem.
Por isso é importante separar as reservas: uma para as despesas de curto
prazo e outra, para garantir um futuro mais tranquilo.
Reinvente-se profissionalmente.
À medida que o tempo passa, o profissional mais velho não consegue
competir com o mais novo. Por isso, é importante ampliar sempre suas
qualificações, como fazer cursos de mestrado para poder dar aulas,
verificar se seu trabalho permite explorar nichos de mercado, prestar
consultorias.
Adapte-se à sua nova realidade de vida. Cabe
a cada pessoa entender sua nova fase de vida e se adaptar a ela, sem
medo de abrir mão daquilo que um dia foi importante, mas hoje é
desnecessário. Por exemplo: um casal de 40 anos que tenha 3 filhos
pequenos precisa de uma casa grande; mas, quando esses filhos crescem e
saem de casa, o casal pode se mudar para uma casa menor e diminuir seus
gastos para aproveitar melhor a renda.
Enriqueça também por dentro.
Fuja da armadilha de se achar velho e inapropriado para o mundo atual;
ou, ao contrário, achar-se o senhor da verdade. Procure colaborar e ser
útil para o mundo, ensinando o que sabe e aprendendo com as novas
gerações. Essa também é uma maneira de se manter dinâmico e usufruir
tudo o que conseguiu economizar.
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