"Não vou acabar com o fator previdenciário no segundo mandato e nem tratei dessa questão", afirmou a presidente em Novo Hamburgo (RS), após visitar o sistema de trens urbanos.
A fórmula leva em conta o tempo de contribuição, a idade
da pessoa que se aposentou e a expectativa de vida da população. O
método é criticado pelas centrais, que consideram que o uso da
expectativa de vida reduz o valor do benefício."Acho que qualquer mudança na Previdência tem que levar em conta a forma pela qual há o envelhecimento da população brasileira", argumentou a presidente. Sem isso, segundo ela, mudar "é uma temeridade."
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