quinta-feira, 21 de agosto de 2014

TENSÃO NOS EUA

Brancos e negros ainda vivem separados nos EUA?

Morte de jovem negro em Ferguson trouxe à tona polarização racial nos Estados Unidos

Martin Luther King foi um dos mais importamntes ativistas dos direitos civis nos EUA Foto: Reprodução
No dia 28 de agosto de 1963, o pastor batista Martin Luther King fez um discurso em Washington, nos Estados Unidos, que entrou para a história: em frente a uma multidão de 250 mil pessoas, ele pediu o fim da desigualdade racial.
"Não estaremos satisfeitos enquanto a mobilidade básica do negro for apenas de um gueto menor para um maior", disse.
Luther King havia se tornado naquele momento um baluarte dos direitos civis dos Estados Unidos, uma voz poderosa que clamava por um país onde não existiriam divisões raciais.
Cinco décadas depois, os Estados Unidos mudaram e a distância que separa os negros dos brancos diminuiu.
Mas as tensões raciais permanecem subjacentes, à espera de episódios como o ocorrido em Ferguson para voltar à tona.
Subúrbio pobre do Estado americano do Missouri, Ferguson foi palco da morte de Michael Brown, de 18 anos, por um policial branco na semana passada. O jovem estaria desarmado.
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A morte de Brown causou revolta e desencadeou uma onda de protestos, à luz da polarização racial ainda existente no país.
Na terça-feira, um segundo jovem negro foi morto, adicionando maior comoção à reação popular.

FONTE:http://noticias.r7.com/internacional

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