Dinamarca projeta zoo com animais soltos e público 'invisível'

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No projeto futurístico do renomado arquiteto dinamarquês Bjarke Ingels, o público entrará em cápsulas espelhadas, se esconderá atrás de troncos de árvores ou debaixo da terra.
O conceito criado por Ingels para o Zootopia tem o objetivo de permitir a visitação em 120 hectares (equivalente a mais ou menos 120 campos de futebol) de habitat perturbando os animais o mínimo possível.
Para isso, projetou um intrincado sistema de teleféricos, cápsulas flutuantes e esconderijos, entre eles, buracos de observação dentro de montes falsos.
'Viver em harmonia'
Tudo, partindo do princípio de que os animais não serão incomodados pela passagem das cápsulas ovais espelhadas.

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"Temos que garantir que as nossas cidades ofereçam uma estrutura generosa para pessoas de origens, sexos, níveis econômicos e de educação e idades diferentes. Para que todos possam viver juntos em harmonia ao mesmo tempo em que levamos em conta as necessidades individuais e o bem comum."
Para ele, em lugar algum este desafio é maior do que em um zoológico.
Por isso, projetou um zoo em que a relação entre os próprios animais e entre animais e visitantes seja "a melhor e mais livre possível".
O parque será dividido em três "continentes" interligados: África, Ásia e Américas.
O visitantes entrarão no zoo por uma enorme praça, dentro de uma espécie de cratera, da qual terão visões panorâmicas do resto do zoo.
De lá, terão adiante 4km de trilhas pela "natureza", flutuando nas cápsulas em um rio, pedalando pelas savanas ou "sobrevoando" as Américas em um teleférico.
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