
Ainda sob a emoção de recentemente ter se tornado médica pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Amaynara Silva Souza, 27, indígena da etnia pataxó, disse que a "ficha ainda não caiu", referindo-se ao fato de vivenciar um momento descrito por ela como especial na sua vida e a expectativa de poder ajudar comunidades como a sua.
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